Segurança, ao mesmo sentido que Educação e Saúde, se fazem entre outras como base para uma correta aplicação dos investimentos públicos.
O novo presidente, manteve uma forte campanha no fortalecimento da segurança, com firmeza na pretensão ao combate a criminalidade. Assim teve maioria dos votos no âmbito nacional com mais de 57,8 milhões de votos, e em Rondônia contou com mais de 78% de todos os votos validos.
A população rondoniense cansada dos problemas com falta de segurança, vê surgir um nome, apoiando as atitudes e ideias do futuro presidente, com intuito de reforçar a segurança do estado. Um homem até então desconhecido politicamente, que foi por muito tempo Secretario da Secretaria de Estado e Justiça, e eleito com 66,34% dos votos validos.
Coronel Marcos Rocha, chega para garantia de segurança para a sociedade e melhores condições de trabalhos para seus servidores.
Ainda como secretário, defensor da categoria dos agentes penitenciários, e sabedor do descaso com toda categoria no estado o mesmo em campanhas prometeu fazer o melhor para os servidores de sua antiga gestão.
E um dos primeiros atos após sua eleição contando com o apoio da maioria dos eleitores e agentes servidores da segurança, se nega, vetando um acordo judicial em favor dos Agentes Penitenciários de Rondônia, prejudicando uma categoria que a mais de 7 anos sem um ajuste devido, e hoje encontra-se com o salário mais baixo do brasil, trabalhando em condições de extremo risco.
Algumas cadeias do estado, trabalham com 4 ou até 3 agentes que fazem a guarda de mais de 50 apenados.
Nos presídios do interior de Rondônia em sua maioria visitas de familiares acontecem dentro de celas, onde visita intima (esposas de detentos em seu momento intimo com seus maridos) acontece no mesmo ambiente e tempo que uma criança conversa e brinca com o pai reeducando uma vez por semana.
É cristalina que a intenção dos Agentes é de defender a sociedade e melhoria para a categoria, e de forma alguma estão se negando a trabalhar, os mesmos continuam realizando seus trabalhos de acordo com o que a lei determina. A entrada temporária da polícia militar em algumas unidades não resolve o problema.
Cansados do descaso e desrespeito com a categoria dos agentes penitenciários (segunda profissão mais perigosa do mundo), sem o contingente mínimo para efetuarem seus trabalhos e sem o mínimo de valor para o estado, sob iminente risco de caos nas unidades.
E nesse momento os agentes penitenciários, como um último folego na tentativa de salvar e proteger o sistema penitenciário de Rondônia, se dispõe a regionalizar suas unidades, realizando seu trabalho dentro do principio da legalidade, buscando a segurança para proteger não só os que encontram com seus direitos privados mais sim a população que trabalha e paga seus impostos.
Fonte: Www.Rondonianews.com
Redação: Alex Tedeschi
Imagem Google
0 Comentários