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PF faz operação para prender grupo que usava o WhatsApp para lavagem de dinheiro na fronteira de Rondônia com a Bolívia

Mandados de prisão estão sendo cumpridos em Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia. Grupo movimentou cerca de R$ 20 milhões e tinha vida financeira incompatível.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), uma operação para desarticular um grupo criminoso especializado em evasão de divisas, operações financeiras não autorizadas e lavagem de capitais em Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Segundo a PF, a quadrilha usava um grupo no WhatsApp chamado “Câmbio Guayará” para fazer as movimentações.
Durante a manhã estão sendo cumpridos nove mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporárias e cinco de busca e apreensão. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Guajará-Mirim. Também foi determinado o bloqueio das contas bancárias dos investigados.
Durante a investigação, a PF identificou que o grupo recebia transferências e depósitos advindos de pessoas domiciliadas em diversos estados do Brasil através de contas bancárias nos nomes dos integrantes e em de "laranjas".
Ainda segundo a PF, para fazer a evasão de divisas e lavagem de capitais os investigados utilizavam um grupo no aplicativo WhatsApp. Esse grupo era chamado de “Câmbio Guayará” e nele os criminosos trocavam informações e negociavam moedas estrangeiras por valores abaixo dos que são praticados no mercado.
A PF estima que cerca de R$ 20 milhões foram movimentados pela quadrilha, que em Guajará-Mirim ostentava uma vida de luxo que era imcompatível com a capacidade financeira.
Os presos, após serem ouvidos na Delegacia de Polícia Federal em Guajará-Mirim, serão encaminhados para presídios estaduais e responderão pelos crimes previsto nos artigos 22 da Lei Federal 7.492/86, 16 da Lei Federal 7.492/86 e 1° da Lei Federal 9.613/98.
Fonte : Planeta Folha 

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