Na manhã desta terça-feira(05), aconteceu na câmara de vereadores de Buritis uma palestra destinada aos Agentes Comunitários de Saúde.
O Procurador de Justiça e Fundador da Associação Rondoniense de Epilepsia ( ARE), juntamente com outros profissionais da saúde tiveram a oportunidade de mais uma vez esclarecer sobre a doença, o plenário da câmara ficou lotado para que os A.C.S. e o público presente pudessem entender e dismistificar o problema.
Para as pessoas portadoras da doença ainda existe a barreira do preconceito, segundo o palestrante não precisa ter medo de contratar um profissional só porque ele sofre da doença pois o acompanhamento médico ameniza os riscos de um acidente.
O evento é uma parceria do Ministério Público do Estado e da Secretaria Estadual de Saúde, e trata de qualificar os agentes na atenção básica às pessoas com epilepsia, especialmente na prestação de socorro em caso de crises.
O que é Epilepsia?
Na etimologia da palavra a epilepsia assumiu um caráter místico, misterioso, religioso e mágico (Epi = de cima e lepgem = ser abatido, fulminado sem aviso, possuído).
Por conta disso, os povos antigos acreditavam que os epilépticos eram tomados, possuídos por maus espíritos e demônios.
Ainda, de acordo com a etimologia, a palavra epilepsia é originária do verbo grego epilambanein, que significa: “ser atacado, abatido, fulminado sem aviso”.
Para a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), devido a heterogeneidade da epilepsia, amparada nos trabalhos da Liga Internacional de Epilepsia (ILAE) a epilepsia “é um distúrbio cerebral causado por predisposição persistente do cérebro a gerar crises epilépticas e pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicossociais e sociais da condição, caracterizada pela ocorrência de pelo menos uma crise epiléptica (ILAE – 2005, p.8). Como a epilepsia não é uma entidade nosológica única, mas advém de várias condições diferentes que ocasionam disfunção cerebral, alguns preferem o uso do termo no plural “epilepsias”, mas a Comissão de Terminologia da ILAE, preconiza seu uso no singular, embora reconheça esta diversidade.
Por conta disso, os povos antigos acreditavam que os epilépticos eram tomados, possuídos por maus espíritos e demônios.
Ainda, de acordo com a etimologia, a palavra epilepsia é originária do verbo grego epilambanein, que significa: “ser atacado, abatido, fulminado sem aviso”.
Para a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), devido a heterogeneidade da epilepsia, amparada nos trabalhos da Liga Internacional de Epilepsia (ILAE) a epilepsia “é um distúrbio cerebral causado por predisposição persistente do cérebro a gerar crises epilépticas e pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicossociais e sociais da condição, caracterizada pela ocorrência de pelo menos uma crise epiléptica (ILAE – 2005, p.8). Como a epilepsia não é uma entidade nosológica única, mas advém de várias condições diferentes que ocasionam disfunção cerebral, alguns preferem o uso do termo no plural “epilepsias”, mas a Comissão de Terminologia da ILAE, preconiza seu uso no singular, embora reconheça esta diversidade.
Em conclusão, podemos afirmar com a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE): a partir da heterogeneidade da epilepsia, o termo distúrbio parece ser o mais abrangente, tanto no âmbito científico, quanto no social.
FONTE: TBN Notícias Por: Abraão Sousa - Informação ABE Fotos: Tiago Laurêncio
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